Utilização com drogas utilizadas com fins recreativos Os doentes deverão ser aconselhados a não utilizarem Dapoxetina em associação com drogas recreativas. As drogas utilizadas com fins recreativos que possuam actividade serotoninérgica, tais como cetamina, metilenodioximetanfetamina (MDMA) e dietilamida do ácido lisérgico (LSD), poderão levar a reacções potencialmente graves se associadas com Dapoxetina. Estas reacções incluem, embora não se limitem a, arritmia, hipertermia e síndroma serotoninérgico.

  • Fale abertamente com o seu médico sobre a ejaculação precoce e o impacto na sua vida.
  • Terapias comportamentais e aconselhamento psicológico podem complementar o tratamento.
  • Exercícios de Kegel e técnicas de controlo podem melhorar os resultados.
  • Envolva o parceiro ou a parceira na compreensão do problema e do tratamento.
  • Não recorra à automedicação nem compre dapoxetina sem receita médica.
  • Em Portugal, este medicamento está sujeito a receita médica.
  • Esclareça todas as dúvidas com o farmacêutico antes de iniciar a toma.
  • Adote um estilo de vida saudável, com exercício físico e gestão do stress.
  • Se os sintomas persistirem ou piorarem, procure novamente aconselhamento médico.

A utilização de Dapoxetina com drogas com propriedades sedativas, tais como os narcóticos e as benzodiazepinas, poderá aumentar ainda mais a sonolência e as tonturas. Etanol A associação de álcool com dapoxetina poderá aumentar os efeitos neurocognitivos relacionados com o álcool e poderá também aumentar os acontecimentos adversos neurocardiogénicos, tais como a síncope, aumentando desse modo o risco de lesões acidentais. Como tal os doentes devem ser informados para evitar o consumo de álcool enquanto estiver a tomar Dapoxetina. Síncope A frequência de síncope, caracterizada como perda de consciência no programa de desenvolvimento clínico de Dapoxetina variou dependendo da população estudada e foi de 0,06% (30 mg) a 0,23% (60 mg) para os indivíduos recrutados nos ensaios clínicos deFase 3 controlados com placebo e 0,64% (todas as doses combinadas) para os estudos de Fase 1 em voluntários saudáveis sem EP. Hipotensão ortostática Antes do início do tratamento deve ser realizado um teste ortostático.

Como tomar dapoxetina (Priligy)?

No entanto, um ensaio clínico em dupla ocultação em indivíduos com EP desenhado para avaliar os efeitos de abstinência de 62 dias de tomas diárias ou quando necessário com 60 mg de Dapoxetina, não apresentou nenhuma indicação de síndroma de medicamento dapoxetina abstinência e apresentou poucos indícios de sintomas de abstinência com apenas uma incidência ligeiramente superior de insónias e tonturas ligeiras ou moderadas notificadas em indivíduos em que a medicação foi substituída para placebo após tomas diárias. Foram observados resultados consistentes num segundo ensaio clínico em dupla ocultação com uma fase de tratamento de 24 semanas, com as doses de 30 e 60 mg conforme necessário, seguida por um período de avaliação de abstinência de 1 semana. O risco de resultados adversos cardiovasculares relacionados com a síncope (síncope cardíaca e síncope devido a outras causas) está aumentado em doentes com doença cardiovascular estrutural subjacente (por ex., obstrução documentada do fluxo de saída, doença cardíaca valvular, estenose carotídea e doença arterial coronária). Os dados existentes são insuficientes para determinar se em doentes com doença cardiovascular subjacente, este risco aumentado se estende à síncope vasovagal. Os sintomas possivelmente prodrómicos, tais como náuseas, tonturas/sensação de desmaio e diaforese, foram notificados mais frequentemente nos doentes tratados com Dapoxetina em comparação com os que receberam placebo.

Efeitos secundários comuns após a ingestão

Nos doentes que receberam 30 mg de Dapoxetina nos ensaios clínicos de Fase 3, foram notificadas náuseas em 11,0%, tonturas em 5,8% e hiperidrose/diaforese em 0,8%. Em doentes em tratamento com 60 mg de Dapoxetina nos ensaios clínicos de Fase 3, foram notificadas náuseas em 21,2%, tonturas em 11,7% e hiperidrose/diaforese em 1,5%. Além disso, a ocorrência de síncope e sintomas possivelmente prodrómicos parece ser dependente da dose, tal como demonstrado pela maior incidência nos doentes tratados com doses superiores às recomendadas em ensaios clínicos de Fase 3. Os casos de síncope observados nos ensaios clínicos, caracterizados como perda de consciência foram considerados de etiologia vasovagal e na maioria dos casos ocorreram durante as primeiras 3 horas após uma toma, após a primeira dose ou associados com procedimentos relacionados com o estudo em ambiente clínico (tais como colheita de sangue e manobras ortostáticas e medições da pressão arterial). Os sintomas possivelmente prodrómicos, tais como náuseas, tonturas, sensação de desmaio, palpitações, astenia, confusão e diaforese, geralmente ocorreram nas primeiras 3 horas após uma toma e frequentemente precederam a síncope. O tratamento com Dapoxetina deve ser evitado no caso de história documentada ou suspeita de reacção ortostática. Foi notificada hipotensão ortostática em ensaios clínicos.

Produto Dosagem Quantidade + Bónus Preço
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O médico deverá alertar antecipadamente o doente de que se ele sentir sintomas possivelmente prodrómicos, tais como sensação de desmaio após se colocar em pé, deverá imediatamente deitar-se de modo que a sua cabeça fique numa posição inferior à do resto do seu corpo ou sentar-se com a sua cabeça entre os seus joelhos até que os sintomas passem. O médico deverá também aconselhar o doente a não se levantar rapidamente após períodos prolongados na posição de deitado ou sentado.

Quem não pode tomar dapoxetina

Frequência máxima de administração

Além disso, Dapoxetina deverá ser prescrito com precaução a doentes que estão a tomar medicamentos com propriedades vasodilatadoras (tais como antagonistas dos receptores alfa adrenérgicos, nitratos, inibidores da PDE5) devido a possível tolerância ortostática reduzida. Inibidores moderados do CYP3A4 É aconselhada precaução em doentes que estão a tomar inibidores moderados do CYP3A4 e a dose nestes doentes deverá ser restrita a 30 mg. Inibidores potentes do CYP2D6 É aconselhada precaução em doentes com aumento de dose para 60 mg que estão a tomar inibidores potentes do CYP2D6 ou caso se aumente a dose para 60 mg em doentes conhecidos como possuindo um genótipo de metabolizador fraco do CYP2D6, pois isso pode aumentar os níveis de exposição, o que poderá resultar numa maior incidência e gravidade dos acontecimentos adversos dependentes da dose.

  • Evite bebidas alcoólicas durante o tratamento, pois aumentam o risco de tonturas e desmaios.
  • Não conduza nem opere máquinas até saber como o medicamento o afeta.
  • Levante-se devagar, pois podem ocorrer quebras de tensão arterial.
  • Informe o médico se tiver antecedentes de desmaios ou problemas cardíacos.
  • A utilização concomitante com certos antidepressivos está contraindicada.
  • Não combine com outros medicamentos para a disfunção erétil sem indicação médica.
  • Se sentir desmaio, batimento cardíaco lento ou suores frios, procure ajuda médica.
  • Interrompa o tratamento e contacte o médico se surgirem alterações de humor graves.

Suicídio /pensamentos suicidas Os antidepressivos, incluindo os ISRS, aumentaram o risco de pensamentos suicidas e de suicidalidade em comparação com o placebo em estudos de curta duração em crianças e adolescentes com Perturbação Depressiva Grave e outras perturbações do foro psiquiátrico. Os estudos de curta duração não mostraram um aumento do risco de suicidalidade com antidepressivos em comparação com placebo em adultos com mais de 24 anos. Em ensaios clínicos com Dapoxetina para o tratamento da ejaculação precoce, não se verificou uma indicação clara de suicidalidade emergente com o tratamento. Mania Dapoxetina não deverá ser utilizado em doentes com uma história de mania/hipomania ou doença dapoxetina generico bipolar, devendo ser descontinuado em qualquer doente que desenvolva sintomas destas perturbações. Convulsões Devido ao potencial dos ISRS para diminuírem o limiar convulsivo, Dapoxetina deverá ser descontinuado em qualquer doente que desenvolva convulsões e evitado em doentes com epilepsia instável. Os doentes com epilepsia controlada deverão ser alvo de uma monitorização cuidadosa. Depressão e perturbações do foro psiquiátrico co-mórbidas Os homens com sinais e sintomas subjacentes de depressão deverão ser avaliados antes do tratamento com Dapoxetina para excluir perturbações depressivas não diagnosticadas.

Quem não deve usar

Utilização com drogas utilizadas com fins recreativos Os doentes deverão ser aconselhados a não utilizarem Dapoxetina em associação com drogas recreativas. As drogas utilizadas com fins recreativos que possuam actividade serotoninérgica, tais como cetamina, metilenodioximetanfetamina (MDMA) e dietilamida do ácido lisérgico (LSD), poderão levar a reacções potencialmente graves se associadas com Dapoxetina. Estas reacções incluem, embora não se limitem a, arritmia, hipertermia e síndroma serotoninérgico. A utilização de Dapoxetina com drogas com propriedades sedativas, tais como os narcóticos e as benzodiazepinas, poderá aumentar ainda mais a sonolência e as tonturas. Etanol A associação de álcool com dapoxetina poderá aumentar os efeitos neurocognitivos relacionados com o álcool e poderá também aumentar os acontecimentos adversos neurocardiogénicos, tais como a síncope, aumentando desse modo o risco de lesões acidentais.

Duração do efeito

Como tal os doentes devem ser informados para evitar o consumo de álcool enquanto estiver a tomar Dapoxetina. Síncope A frequência de síncope, caracterizada como perda de consciência no programa de desenvolvimento clínico de Dapoxetina variou dependendo da população estudada e foi de 0,06% (30 mg) a 0,23% (60 mg) para os indivíduos recrutados nos ensaios clínicos deFase 3 controlados com placebo e 0,64% (todas as doses combinadas) para os estudos de Fase 1 em voluntários saudáveis sem EP. Hipotensão ortostática Antes do início do tratamento deve ser realizado um teste ortostático. O tratamento com Dapoxetina deve ser evitado no caso de história documentada ou suspeita de reacção ortostática. Foi notificada hipotensão ortostática em ensaios clínicos. É contra-indicado o tratamento concomitante de Dapoxetina com antidepressivos, incluindo ISRSs e IRSNs. Não é recomendada a descontinuação do tratamento para a depressão ou ansiedade em curso, para iniciar Dapoxetina para o tratamento da EP.

Interações medicamentosas

Os doentes têm de ser alertados de que poderão sofrer uma síncope em qualquer altura, com ou sem sintomas prodrómicos, durante o seu tratamento com Dapoxetina. Os médicos deverão alertar os doentes sobre a importância de manterem uma hidratação adequada e sobre como reconhecer os sinais e sintomas prodrómicos de forma a diminuir a probabilidade de lesões graves associadas com quedas devido a perda de consciência. Se o doente sentir sintomas possivelmente prodrómicos deverá imediatamente deitar-se de modo que a sua cabeça fique numa posição inferior à do resto do seu corpo ou sentar-se com a sua cabeça entre os seus joelhos até que os sintomas passem, devendo ainda ser avisado para evitar situações das quais possam resultar lesões caso ocorra síncope ou outros efeitos a níveldo SNC, incluindo conduzir ou utilizar máquinas perigosas. Gravidez Dapoxetina não é indicado para utilização por mulheres. Os estudos em animais não indicam efeitos nocivos directos ou indirectos no que respeita à gravidez ou ao desenvolvimento embrionário/fetal.

Momento ideal para tomar o comprimido

Aleitamento Não se sabe se a dapoxetina ou os seus metabolitos são excretados no leite materno do ser humano. Dapoxetina não é indicado para perturbações do foro psiquiátrico e não deverá ser utilizado em homens com essas perturbações, tais como esquizofrenia, ou nos que sofrem de depressão co-mórbida, pois não se pode excluir o agravamento dos sintomas associados com a depressão nestes doentes. Isto poderá ser o resultado de uma perturbação psiquiátrica subjacente ou poderá ser um resultado da terapêutica medicamentosa. Os médicos deverão encorajar os doentes a comunicarem quaisquer pensamentos ou sentimentos perturbadores em qualquer altura e, caso se desenvolvam sinais e sintomas de depressão durante o tratamento, Dapoxetina deverá ser descontinuado. Hemorragia Ocorreram notificações de anomalias hemorrágicas com os ISRSs. É aconselhada precaução em doentes que estão a tomar Dapoxetina, especialmente na utilizaçãoconcomitante com medicamentos conhecidos por afectarem a função plaquetária [por ex., antipsicóticos atípicos e fenotiazinas, ácido acetilsalicílico, medicamentos anti-inflamatórios não esteróides (AINEs), agentes antiplaquetários] ou anticoagulantes (por ex., varfarina), bem como em doentes com antecedentes de perturbações hemorrágicas ouda coagulação. Precaução ante os efeitos de abstinência Foi descrito que a descontinuação abrupta de ISRSs administrados cronicamente e utilizados para tratar perturbações depressivas crónicas resultou nos seguintes sintomas: humor disfórico, irritabilidade, agitação, tonturas, perturbações sensoriais (por ex, parestesias, tais como sensações de choque eléctrico), ansiedade, confusão, cefaleias, letargia, instabilidade emocional, insónia e hipomania. No entanto, um ensaio clínico em dupla ocultação em indivíduos com EP desenhado para avaliar os efeitos de abstinência de 62 dias de tomas diárias ou quando necessário com 60 mg de Dapoxetina, não apresentou nenhuma indicação de síndroma de medicamento dapoxetina abstinência e apresentou poucos indícios de sintomas de abstinência com apenas uma incidência ligeiramente superior de insónias e tonturas ligeiras ou moderadas notificadas em indivíduos em que a medicação foi substituída para placebo após tomas diárias.

  • Não tome dapoxetina se tiver insuficiência hepática grave.
  • Doentes com problemas cardíacos significativos devem evitar este fármaco.
  • Não utilize em caso de alergia à dapoxetina ou a qualquer componente do comprimido.
  • A toma está contraindicada em homens com historial de mania ou doença bipolar.
  • Não é indicado para mulheres nem para homens sem ejaculação precoce.
  • Se estiver a tomar inibidores da monoamina oxidase (IMAO), não inicie o tratamento.
  • Fale com o médico antes de tomar se tiver epilepsia ou historial de convulsões.
  • Doentes com glaucoma de ângulo fechado não devem utilizar dapoxetina.

Foram observados resultados consistentes num segundo ensaio clínico em dupla ocultação com uma fase de tratamento de 24 semanas, com as doses de 30 e 60 mg conforme necessário, seguida por um período de avaliação de abstinência de 1 semana. O risco de resultados adversos cardiovasculares relacionados com a síncope (síncope cardíaca e síncope devido a outras causas) está aumentado em doentes com doença cardiovascular estrutural subjacente (por ex., obstrução documentada do fluxo de saída, doença cardíaca valvular, estenose carotídea e doença arterial coronária). Os dados existentes são insuficientes para determinar se em doentes com doença cardiovascular subjacente, este risco aumentado se estende à síncope vasovagal. Os sintomas possivelmente prodrómicos, tais como náuseas, tonturas/sensação de desmaio e diaforese, foram notificados mais frequentemente nos doentes tratados com Dapoxetina em comparação com os que receberam placebo. Nos doentes que receberam 30 mg de Dapoxetina nos ensaios clínicos de Fase 3, foram notificadas náuseas em 11,0%, tonturas em 5,8% e hiperidrose/diaforese em 0,8%. Em doentes em tratamento com 60 mg de Dapoxetina nos ensaios clínicos de Fase 3, foram notificadas náuseas em 21,2%, tonturas em 11,7% e hiperidrose/diaforese em 1,5%. Além disso, a ocorrência de síncope e sintomas possivelmente prodrómicos parece ser dependente da dose, tal como demonstrado pela maior incidência nos doentes tratados com doses superiores às recomendadas em ensaios clínicos de Fase 3. Os casos de síncope observados nos ensaios clínicos, caracterizados como perda de consciência foram considerados de etiologia vasovagal e na maioria dos casos ocorreram durante as primeiras 3 horas após uma toma, após a primeira dose ou associados com procedimentos relacionados com o estudo em ambiente clínico (tais como colheita de sangue e manobras ortostáticas e medições da pressão arterial). Os sintomas possivelmente prodrómicos, tais como náuseas, tonturas, sensação de desmaio, palpitações, astenia, confusão e diaforese, geralmente ocorreram nas primeiras 3 horas após uma toma e frequentemente precederam a síncope. Os doentes têm de ser alertados de que poderão sofrer uma síncope em qualquer altura, com ou sem sintomas prodrómicos, durante o seu tratamento com Dapoxetina.

Como tomar

O médico deverá alertar antecipadamente o doente de que se ele sentir sintomas possivelmente prodrómicos, tais como sensação de desmaio após se colocar em pé, deverá imediatamente deitar-se de modo que a sua cabeça fique numa posição inferior à do resto do seu corpo ou sentar-se com a sua cabeça entre os seus joelhos até que os sintomas passem. O médico deverá também aconselhar o doente a não se levantar rapidamente após períodos prolongados na posição de deitado ou sentado. Além disso, Dapoxetina deverá ser prescrito com precaução a doentes que estão a tomar medicamentos com propriedades vasodilatadoras (tais como antagonistas dos receptores alfa adrenérgicos, nitratos, inibidores da PDE5) devido a possível tolerância ortostática reduzida. Inibidores moderados do CYP3A4 É aconselhada precaução em doentes que estão a tomar inibidores moderados do CYP3A4 e a dose nestes doentes deverá ser restrita a 30 mg. Inibidores potentes do CYP2D6 É aconselhada precaução em doentes com aumento de dose para 60 mg que estão a tomar inibidores potentes do CYP2D6 ou caso se aumente a dose para 60 mg em doentes conhecidos como possuindo um genótipo de metabolizador fraco do CYP2D6, pois isso pode aumentar os níveis de exposição, o que poderá resultar numa maior incidência e gravidade dos acontecimentos adversos dependentes da dose.

Tomar com ou sem alimentos

Suicídio /pensamentos suicidas Os antidepressivos, incluindo os ISRS, aumentaram o risco de pensamentos suicidas e de suicidalidade em comparação com o placebo em estudos de curta duração em crianças e adolescentes com Perturbação Depressiva Grave e outras perturbações do foro psiquiátrico. Os estudos de curta duração não mostraram um aumento do risco de suicidalidade com antidepressivos em comparação com placebo em adultos com mais de 24 anos. Em ensaios clínicos com Dapoxetina para o tratamento da ejaculação precoce, não se verificou uma indicação clara de suicidalidade emergente com o tratamento. Mania Dapoxetina não deverá ser utilizado em doentes com uma história de mania/hipomania ou doença dapoxetina generico bipolar, devendo ser descontinuado em qualquer doente que desenvolva sintomas destas perturbações. Convulsões Devido ao potencial dos ISRS para diminuírem o limiar convulsivo, Dapoxetina deverá ser descontinuado em qualquer doente que desenvolva convulsões e evitado em doentes com epilepsia instável. Os médicos deverão alertar os doentes sobre a importância de manterem uma hidratação adequada e sobre como reconhecer os sinais e sintomas prodrómicos de forma a diminuir a probabilidade de lesões graves associadas com quedas devido a perda de consciência.

Possíveis efeitos colaterais

Os doentes com epilepsia controlada deverão ser alvo de uma monitorização cuidadosa. Depressão e perturbações do foro psiquiátrico co-mórbidas Os homens com sinais e sintomas subjacentes de depressão deverão ser avaliados antes do tratamento com Dapoxetina para excluir perturbações depressivas não diagnosticadas. É contra-indicado o tratamento concomitante de Dapoxetina com antidepressivos, incluindo ISRSs e IRSNs. Não é recomendada a descontinuação do tratamento para a depressão ou ansiedade em curso, para iniciar Dapoxetina para o tratamento da EP. Dapoxetina não é indicado para perturbações do foro psiquiátrico e não deverá ser utilizado em homens com essas perturbações, tais como esquizofrenia, ou nos que sofrem de depressão co-mórbida, pois não se pode excluir o agravamento dos sintomas associados com a depressão nestes doentes.

Como a dapoxetina funciona?

Isto poderá ser o resultado de uma perturbação psiquiátrica subjacente ou poderá ser um resultado da terapêutica medicamentosa. Os médicos deverão encorajar os doentes a comunicarem quaisquer pensamentos ou sentimentos perturbadores em qualquer altura e, caso se desenvolvam sinais e sintomas de depressão durante o tratamento, Dapoxetina deverá ser descontinuado. Hemorragia Ocorreram notificações de anomalias hemorrágicas com os ISRSs. É aconselhada precaução em doentes que estão a tomar Dapoxetina, especialmente na utilizaçãoconcomitante com medicamentos conhecidos por afectarem a função plaquetária [por ex., antipsicóticos atípicos e fenotiazinas, ácido acetilsalicílico, medicamentos anti-inflamatórios não esteróides (AINEs), agentes antiplaquetários] ou anticoagulantes (por ex., varfarina), bem como em doentes com antecedentes de perturbações hemorrágicas ouda coagulação. Precaução ante os efeitos de abstinência Foi descrito que a descontinuação abrupta de ISRSs administrados cronicamente e utilizados para tratar perturbações depressivas crónicas resultou nos seguintes sintomas: humor disfórico, irritabilidade, agitação, tonturas, perturbações sensoriais (por ex, parestesias, tais como sensações de choque eléctrico), ansiedade, confusão, cefaleias, letargia, instabilidade emocional, insónia e hipomania. Se o doente sentir sintomas possivelmente prodrómicos deverá imediatamente deitar-se de modo que a sua cabeça fique numa posição inferior à do resto do seu corpo ou sentar-se com a sua cabeça entre os seus joelhos até que os sintomas passem, devendo ainda ser avisado para evitar situações das quais possam resultar lesões caso ocorra síncope ou outros efeitos a níveldo SNC, incluindo conduzir ou utilizar máquinas perigosas.

Medicamento Tipo de interação Recomendação
Inibidores da MAO Contraindicação absoluta Não administrar em conjunto
Inibidores do CYP3A4 (ex.: cetoconazol) Aumento da exposição à dapoxetina Reduzir dose ou evitar
ISRS/IRSN (ex.: fluoxetina) Risco de síndrome serotoninérgica Evitar associação
Tramadol Aumento do risco de convulsões Evitar uso concomitante
Inibidores da PDE5 (ex.: sildenafil) Potencial hipotensão ortostática Usar com precaução e monitorização

Gravidez Dapoxetina não é indicado para utilização por mulheres. Os estudos em animais não indicam efeitos nocivos directos ou indirectos no que respeita à gravidez ou ao desenvolvimento embrionário/fetal. Aleitamento Não se sabe se a dapoxetina ou os seus metabolitos são excretados no leite materno do ser humano.

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